Por que importam Princípios técnicos Por rito processual Voltar à Home Solicitar Quesitos
ÁPICE Perícias Médicas
Quesitos Periciais

O laudo pericial só responde o que você perguntou.

Elaboração técnica de quesitos periciais para advogados em ações cíveis, trabalhistas e previdenciárias. Cada pergunta cirurgicamente formulada por médico perito particular — com base em medicina de evidências e conhecimento do rito processual envolvido.

Atendimento em todo o Brasil  ·  Entrega compatível com prazos processuais  ·  Sigilo absoluto

O que distingue um quesito Ápice

Linguagem técnico-médica precisa

Termos inequívocos que reduzem a margem de interpretação evasiva do perito.

Ancoragem em critérios objetivos

Cada pergunta remete a critérios clínicos, escalas validadas ou diretrizes reconhecidas.

Calibrados ao rito processual

Previdenciário, trabalhista e cível exigem enfoques técnicos distintos — e quesitos distintos.

Alinhados à tese do advogado

Cada pergunta é construída para direcionar o laudo ao ponto que sustenta o pedido.

Ápice Perícias Médicas LTDA· CNPJ 66.538.253/0001-21 · NIRE 51203195614 · CRM-MT 16.993

Atuamos exclusivamente como assistentes técnicos particulares, sem vínculo com o Poder Judiciário ou órgãos previdenciários. Prestadora particular de perícia médica e assistência técnica judicial. Sem vínculo institucional com INSS, Justiça Federal, planos de saúde ou qualquer ente da Administração Pública. Atuação por requisição direta do advogado, da parte ou da empresa, sob conformidade com o Código de Ética Médica (CFM) e a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018).

O perito só responde o que é perguntado. E responde como quiser o que é mal perguntado.

Quesitos são o instrumento técnico mais subestimado da fase pericial. O CPC (art. 473, §3º) é claro: o laudo deve responder aos quesitos apresentados. Mas o que a maioria dos advogados não percebe é que, sem técnica médica, os quesitos acabam produzindo respostas que não sustentam a tese.

Quesito vago

"A parte autora possui alguma doença?"

Pergunta ampla, sem enquadramento clínico ou funcional específico, que convida à resposta genérica e desconectada do pedido.

Resposta provável: resumo clínico sem conclusão útil para a tese.
Quesito mal direcionado

"É possível trabalhar?"

Sem delimitação da função habitual, da data de referência ou dos critérios de avaliação, a resposta fica a critério interpretativo do perito.

Resposta provável: "sim" ou "prejudicado", sem lastro técnico.
Quesito sem base técnica

"O autor está inválido?"

O termo "inválido" não tem definição médica — é jurídico. Usar linguagem imprecisa permite que o perito conteste a pergunta em vez de respondê-la.

Resposta provável: "conceito jurídico, não médico". Quesito perdido.
Quesito pressupositivo

"A doença foi causada pelo trabalho?"

Pressupõe o que precisa ser provado. Sem estabelecer antes os elementos do nexo, a resposta costuma ser elisiva e sem aprofundamento.

Resposta provável: "não é possível afirmar". Fim do quesito.
Quesito fora do rito

Copiar modelo trabalhista para causa previdenciária

O INSS avalia incapacidade por critérios próprios (DII, prognóstico, reabilitação); a Justiça do Trabalho, por agente nocivo e nexo funcional. Cada rito exige enfoque próprio.

Resposta provável: perito responde "não se aplica" a metade dos quesitos.
Quesito sem antecipação de respostas

Sem quesitos complementares estratégicos

Quesitos sem previsão das possíveis respostas do perito deixam o processo sem rota técnica caso a conclusão seja desfavorável em algum ponto central.

Resposta provável: laudo sem amarração técnica recorrível.

O que define um quesito Ápice

Todo quesito elaborado passa por um filtro técnico-metodológico que garante precisão clínica, amarração à tese e alinhamento ao rito processual. Não há modelo genérico reutilizável — cada conjunto é construído a partir da análise específica do caso.

01

Precisão terminológica

Uso de nomenclatura médica oficial (CID-10, DSM-5, CIF), evitando termos de dupla interpretação ou generalizações clínicas imprecisas.

02

Ancoragem em evidências

Cada quesito remete a critérios clínicos objetivos — diretrizes de sociedades médicas, escalas validadas, protocolos reconhecidos.

03

Calibração ao rito

Quesitos previdenciários focam em incapacidade e prognóstico. Trabalhistas, em nexo ocupacional e agente nocivo. Cíveis, em dano corporal e responsabilidade.

04

Amarração à tese

Cada pergunta é construída a partir da tese do advogado — não do que "todo advogado pergunta". O quesito serve ao pedido, não ao formulário.

05

Redução de margem evasiva

Perguntas formuladas de modo a dificultar respostas do tipo "prejudicado" ou "não se aplica" — exigindo pronunciamento técnico efetivo do perito.

06

Antecipação de respostas

Quesitos complementares e supletivos formulados para cada rota possível de resposta do perito, mantendo a tese tecnicamente sustentada em múltiplos cenários.

Cada ação exige um enfoque próprio

Não existe "modelo único" de quesitos. O que funciona no INSS não funciona na Justiça do Trabalho — e ambos são inadequados para uma ação de erro médico. A Ápice formula quesitos específicos para cada rito.

Previdenciário

Para ações previdenciárias

Quesitos focados em caracterização de incapacidade, data de início (DII), prognóstico e possibilidade de reabilitação profissional.

Caracterização técnica da incapacidade (total, parcial, temporária, permanente)
Determinação da data de início da incapacidade (DII)
Análise de nexo com atividade laboral ou doença preexistente
Avaliação de prognóstico e reabilitação profissional viável
Caracterização de agentes nocivos para aposentadoria especial
Trabalhista

Para ações na esfera trabalhista

Quesitos direcionados à caracterização de insalubridade, periculosidade, nexo causal ocupacional e estabilidade acidentária.

Caracterização de agentes nocivos (físicos, químicos, biológicos)
Estabelecimento de nexo causal entre atividade e patologia
LER/DORT e doenças ocupacionais equiparadas a acidente
Redução funcional permanente e grau de incapacidade
Enquadramento para estabilidade acidentária (art. 118, Lei 8.213/91)
Cível

Para ações na Justiça Comum

Quesitos voltados à apuração de responsabilidade civil médica, quantificação do dano corporal e nexo entre conduta e lesão.

Identificação de conduta médica culposa (imperícia, imprudência, negligência)
Avaliação de nexo causal entre conduta e dano
Quantificação de dano corporal e estético
Sequelas permanentes e impacto funcional
Dano moral médico-legalmente fundamentado

Como funciona a elaboração

Fluxo direto e ajustado ao prazo processual, com diagnóstico técnico antes da elaboração e entrega pronta para juntada.

1

Envio dos autos

Você envia a petição inicial, documentos médicos e eventual contestação pelo WhatsApp ou e-mail.

2

Análise técnica

Avaliação da tese, identificação dos pontos críticos e definição do escopo de quesitos necessários.

3

Elaboração dos quesitos

Redação dos quesitos principais, complementares e supletivos, com calibração para o rito específico.

4

Entrega para juntada

Documento formatado, com notas técnicas de uso estratégico e observações sobre como interpretar as respostas.

Dr. Gabriel Assunção - Médico Perito CRM-MT 16.993 CRM-MT: 16.993

Dr. Gabriel Assunção

Médico Perito Particular · CRM-MT 16.993

Cada conjunto de quesitos é elaborado e assinado pessoalmente. Não há terceirização, não há modelos prontos reutilizados. A construção técnica parte do caso específico do advogado — do primeiro quesito ao último, a partir da tese.

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Experiência em medicina do trabalho e medicina de urgência
Curso de Perícia Médica do IFH — Instituto Felipe Hurtado
TPEM — formação teórica em perícia médica
Metodologia baseada em medicina de evidências

Compromisso Institucional

Confidencialidade clínica e compromisso institucional.

A Ápice Perícias Médicas LTDA (CNPJ 66.538.253/0001-21) é prestadora particular de serviços médico-periciais. Não possui vínculo institucional com INSS, Justiça Federal, planos de saúde ou qualquer ente da Administração Pública.

A atuação se dá por requisição direta do advogado, da pessoa física ou da empresa, como assistência técnica privada, com rigor técnico-científico e conformidade ao Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018).

Toda informação clínica e jurídica é tratada com sigilo absoluto, sob a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018). Nenhum dado é compartilhado com terceiros sem autorização expressa do titular.

Dúvidas sobre elaboração de quesitos

Sim. A elaboração de quesitos é um serviço autônomo da Ápice, voltado a advogados que já têm estrutura para conduzir a perícia, mas precisam de precisão técnica nesse documento específico. Você recebe o rol de quesitos pronto para juntada, sem compromisso com contratação posterior. Se depois desejar ampliar o escopo (acompanhamento no exame, manifestação sobre o laudo), é possível — mas não é condição.
O CPC (art. 465, §1º, III) estabelece que as partes têm 15 dias, contados da nomeação do perito, para apresentar quesitos e indicar assistente técnico. Esse é o prazo comum — embora, dependendo do rito (Justiça do Trabalho, Justiça Federal previdenciária), os prazos possam variar. Por isso, recomendamos enviar o caso assim que o perito for nomeado, para que haja tempo técnico adequado para a elaboração.
Não há limite legal numérico definido no CPC. Porém, o juiz pode indeferir quesitos considerados impertinentes, repetitivos ou manifestamente protelatórios (art. 470). Na prática, a qualidade é mais relevante que a quantidade: quesitos bem formulados em menor número costumam ser mais eficazes do que listas extensas e dispersas. Na Ápice trabalhamos com escopo adequado ao caso — geralmente entre 10 e 25 quesitos principais, além dos complementares e supletivos quando cabíveis.
Sim. Após a entrega do laudo, é possível solicitar esclarecimentos do perito (CPC, art. 477, §2º) — e esses esclarecimentos são pedidos por meio de quesitos complementares. A Ápice elabora tanto esse tipo quanto os suplementares originais (apresentados no prazo inicial). O diagnóstico de quais perguntas formular é feito a partir da análise do laudo e das respostas já dadas.
A elaboração começa pela análise da petição inicial, dos documentos médicos e da contestação (quando disponível) — nunca por um modelo pré-existente. A partir desses elementos, identificamos os pontos clínicos centrais da tese e formulamos quesitos que convergem para a demonstração técnica do pedido. O conjunto final varia conforme o rito, a especialidade médica envolvida e a complexidade do quadro clínico.
O entregável inclui: (1) o rol formatado para juntada, (2) notas técnicas explicando a lógica de cada quesito ou bloco de quesitos, (3) sugestão de ordem estratégica, e (4) observações sobre como interpretar possíveis respostas do perito. A ideia é que o advogado tenha não só a peça pronta, mas também compreensão da estratégia técnica por trás dela.
O valor é definido após análise preliminar, considerando o volume documental, a complexidade clínica, o rito processual e a urgência do prazo. Não trabalhamos com tabela fixa — cada caso tem um escopo próprio. O orçamento é apresentado com transparência sobre o que está incluído, sem taxas ocultas.

Seus quesitos definem seu laudo. Não deixe ao acaso.

Envie seu caso. Retornamos com diagnóstico técnico preliminar e orçamento dentro do prazo processual.

Atendimento em todo o Brasil  ·  Sigilo absoluto  ·  Avaliação preliminar sem compromisso